Pseudonimus

Hard Core
Ouro Preto
Minas Gerais
Brasil
Formada em 2004

Formada em 2024, a banda consolidou-se rapidamente como um dos nomes mais energéticos da região de Ouro Preto, trazendo uma sonoridade que funde o peso do hardcore ao groove ácido do funk sessentista e do rock alternativo dos anos 80. O novo álbum, “Náusea!”, apresenta 10 faixas inéditas que mergulham em dilemas existenciais, filosofia e crítica política.

Alinhada à cultura antifascista e anarquista, a banda reforça sua identidade transformando o palco em um verdadeiro espaço de resistência e catarse coletiva.

Músicas

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Galeria

Foto da banda

Release

Aqui está a versão ajustada e polida do material. O foco aqui foi eliminar repetições de palavras (como a palavra "banda", que aparecia muitas vezes), corrigir a transição de pessoas gramaticais (o texto misturava a terceira pessoa "A banda se propõe" com a primeira pessoa "Carregamos") e amarrar melhor o ritmo da leitura.

Biografia Oficial: Pseudonimus
Formada em Ouro Preto (MG) no ano de 2024, a Pseudonimus é composta por André Estanislau (vocal), Luciano Ângelo (guitarra), Alberto Feijão (baixo) e Dudu Casadepedra (bateria).

O grupo propõe um rock intenso, fortemente temperado pelo funk de James Brown e pelo peso de Rage Against the Machine e dos primeiros álbuns do Red Hot Chili Peppers. O caldeirão de influências é vasto e vai do manguebeat da Nação Zumbi e o crossover do Ratos de Porão ao hardcore moderno e clássico de Idles, Turnstile, Ramones, Bad Religion e NoFX, passando pelo peso do Audioslave. Inserido ativamente na cultura punk, hardcore, anarquista e antifascista, o quarteto faz da sua música uma extensão de sua postura ideológica.

Em suas letras, são abordados temas complexos que cruzam Filosofia, História, Teologia, Sociologia e Política, além de mergulhar na Psicologia ao retratar dilemas existenciais e os conflitos internos do ser humano.

A trajetória recente mostra a Pseudonimus em plena ascensão na cena de festivais independentes. Participações marcantes em eventos como o Rock Generator e o Festival do Inferno, ambos em Ouro Preto, consolidaram sua reputação por entregas de palco enérgicas e viscerais.

Em abril de 2026, a banda lançou seu segundo álbum de estúdio, Náusea!. Composto por 10 faixas inéditas, o novo trabalho expande as fronteiras sonoras do grupo ao trazer uma produção refinada, mas que preserva a crueza e a acidez lírica que se tornaram sua marca registrada. Com o lançamento, o setlist ganha uma nova dinâmica, fundindo a força do disco de estreia com o frescor do novo material.

Discografia:

Melhor que uma Mosca (2024)

Náusea! (2026)

Integrantes

André Estanislau - Vocal
Alberto Feijão - Baixo
Luciano Angelo - Guitarra
Dudu Casa de Pedra - Bateria

Influências

Ramones, Cólera, Turnstile, Ratos de Porão, Nação Zumbi, NOFX.

História

Aqui está a versão lapidada com foco total no formato de História Curiosa / Trajetória. O texto foi estruturado com subtítulos dinâmicos para valorizar os momentos mais marcantes da banda (como a gravação histórica na Mina do Chico Rei) e manter uma leitura instigante do início ao fim.

História Curiosa / Trajetória: Pseudonimus
O Peso do Hardcore nas Ladeiras de Ouro Preto
A trajetória da Pseudonimus é marcada pela convergência exata entre a força do hardcore/punk e a profundidade histórica de Ouro Preto (MG). Nascido em 2024, o grupo surgiu da necessidade de dar voz ao anonimato consciente e à crítica social. Desde o início, o quarteto estabeleceu uma base intelectual forte, bebendo da Filosofia, Sociologia e Teologia, mas sem perder a urgência e o estopim das ruas.

A Mistura Improvável: Do Punk ao Manguebeat
Sem tirar o pé do hardcore, a identidade musical da Pseudonimus é definida pela experimentação. A banda consolidou uma sonoridade única que mistura a velocidade do punk com o balanço do funk de James Brown e a herança do manguebeat da Nação Zumbi. Essa fusão de agressividade e "suingue" tornou-se a assinatura do grupo, permitindo trânsito livre tanto em festivais de rock pesado quanto em eventos de música alternativa.

De Jam Sessions ao Manifesto Político
O lançamento do álbum de estreia, Melhor Que Uma Mosca (abril de 2024), marcou a transição de um projeto de experimentações de estúdio para um trabalho autoral sólido. Com letras de forte teor anarquista e antifascista, a Pseudonimus posicionou-se rapidamente como uma voz política ativa no interior de Minas Gerais.

Hardcore no Subterrâneo da História
O ponto de virada mais curioso e crucial da trajetória foi a gravação do registro audiovisual na histórica Mina do Chico Rei, em 2025. Ao levar o peso do hardcore para dentro das galerias subterrâneas coloniais, a banda conectou sua música à densidade e às cicatrizes da história mineira. Esse projeto não só serviu como um cartão de visitas impactante, mas definiu o grupo como um expoente de ocupação cultural e valorização do patrimônio imaterial.

Catarse nos Festivais e o Impacto de "Náusea!"
A caminhada nos palcos consolidou a reputação do grupo em festivais independentes como o Rock Generator e o Festival do Inferno, onde se destacaram por performances viscerais e enérgicas. Em abril de 2026, consolidando essa evolução, a banda lançou seu segundo álbum de estúdio, Náusea!. Composto por 10 faixas inéditas, o novo trabalho expande as fronteiras sonoras ao trazer uma produção refinada, preservando a crueza e a acidez lírica originais. No palco, o novo setlist ganha uma dinâmica poderosa, fundindo a força do disco de estreia com o frescor do novo material.